O Eu profundo e os outros Eus eBook ☆ Eu profundo e

O Eu profundo e os outros Eus [Reading] ➽ O Eu profundo e os outros Eus By Fernando Pessoa – Natus-physiotherapy.co.uk O Eu Profundo e os Outros Eus fornece ao leitor excelente vis o ampla obra do maior poeta portugu s do s culo XX Aqui est o os poemas mais significativos de Pessoa, desde os assinados com seu pr prio O Eu profundo e os outros Eus profundo e PDF º fornece ao leitor excelente vis o ampla obra do maior poeta portugu s do s culo XX Aqui est o os poemas mais significativos de Pessoa, desde os assinados com seu pr prio nome, como Mensagem , Autopsicografia e Mar Portuguez , at aqueles atribu dos a Ricardo Reis, Alberto Caeiro e lvaro de CamposEssa antologia realizada por Afr nio Coutinho revela a estrutura essencial da obra de Fernando Pessoa, em seu nome e nos de seus heter nimos o ponto de partida para a O Eu ePUB í fascinante e inesgot vel viagem pelo universo do autor.


About the Author: Fernando Pessoa

Fernando Ant nio Nogueira Pessoa was a profundo e PDF º poet and writerIt is sometimes said that the four greatest Portuguese poets of modern times are Fernando Pessoa The statement is possible since Pessoa, whose name means person in Portuguese, had three alter egos who wrote in styles completely different from his own In fact Pessoa wrote under dozens of names, but Alberto Caeiro, Ricardo Reis and lvaro de Campos were their creator claimed full fledged individuals who wrote things that he himself would never or could never write He dubbed them heteronyms rather than O Eu ePUB í pseudonyms, since they were not false names but other names , belonging to distinct literary personalities Not only were their styles different they thought differently, they had different religious and political views, different aesthetic sensibilities, different social temperaments And each produced a large body of poetry lvaro de Campos and Ricardo Reis also signed dozens of pages of proseThe critic Harold Bloom referred to him in the book The Western Canon as the most representative poet of the twentieth century, along with Pablo Neruda.



10 thoughts on “O Eu profundo e os outros Eus

  1. Rosa Ramôa Rosa Ramôa says:

    Outros EUS de Pessoa


  2. Valeria Valeria says:

    love it


  3. Fernando Delfim Fernando Delfim says:

    Passe vamos s vezes, de bra o dado, sob os cedros e as olaias, nenhum de n s pensava em viver A nossa carne era nos um perfume vago e a nossa vida um eco de som de fonte D vamo nos as m os e os nossos olhos perguntavam se o que seria o ser sensual e o querer realizar em carne a ilus o do amor A nossa vida era toda a vida O nosso amor era o perfume do amor Viv amos horas imposs veis, cheias de sermos n s


  4. Maria Carmo Maria Carmo says:

    Este pequeno texto dram tico de Fernando Pessoa e profundamente on rico e transmite o mergulho na realidade procurando a Realidade se que poss vel procur la e encontr laA certo passo, declara S o mar das outras terras que belo Aqueleque n s vemos d nos sempre saudades daquele que n o veremosnunca naquilo que suponho ser uma clara alus o ao facto de haver sempre um abismo entre a realidade comum, que vivemos, e o que projectam nossos sonhos e aspira es Com a luz os son Este pequeno texto dram tico de Fernando Pessoa e profundamente on rico e transmite o mergulho na realidade procurando a Realidade se que poss vel procur la e encontr laA certo passo, declara S o mar das outras terras que belo Aqueleque n s vemos d nos sempre saudades daquele que n o veremosnunca naquilo que suponho ser uma clara alus o ao facto de haver sempre um abismo entre a realidade comum, que vivemos, e o que projectam nossos sonhos e aspira es Com a luz os sonhos adormecem Opassado n o sen o um sonho De resto, nem sei o que n o sonho Se olho para o presente com muita aten o, parecemeque ele j passou O que qualquer cousa Como que elapassa Como por dentro o modo como ela passaEsta quest o sobre o que o presente, faz nos recordar o que tantos Fil sofos, Poetas e M sticos afirmaram j Por que que as coisas s o como s o Haver um fio estruturante, como aquele que une toda uma tape aria Eis como o autor coloca a quest o Ao p da casa de minha m e corria um riacho.Por que que correria, e por que que n o correria mais longe.ou mais pertoH alguma raz o para qualquer coisa ser oque H para isso qualquer raz o verdadeira e real como asminhas m os E que realidade t m os sonhos que constru mos, as imagina es que pensando possu las, na realidade nos possuem Ser que tamb , como o Marinheiro, construimos um passado e perdemos o que de facto foi Durante anos e anos, dia a dia, o marinheiroerguia num sonho cont nuo a sua nova terra natal Todosos dias punha uma pedra de sonho nesse edif cio imposs vel.Breve ele ia tendo um pa s que j tantas vezes havia percorrido.Milhares de horas lembrava se j de ter passado ao longo desuas costas As tr s veladoras que velam uma donzela morta v o, ao longo de toda a noite, questionando se nebulosamente sobre o que ser real Uma delas, referindo se ao sonho da outra sobre o Marinheiro, levanta uma quest o que surge tamb m em Mircea Eliade sobre o Rei que sonhou que era uma borboleta a sonhar que era um Rei Dizei me umacoisa ainda Por que n o ser a nica coisa real nisto tudo omarinheiro, e n s e tudo isto aqui apenas um sonho dele Quem que eu estou sendoQuem que est falando com a minha voz Por mais dif cil que por vezes seja, sempre refrescante ler Fernando Pessoa Maria Carmo,Lisboa 30 de Janeiro de 2012


  5. Silvia Silvia says:

    Meu livro de poesia preferido


  6. Dina Dina says:

    Gostei demais, a primeira vez que leio de Pessoa, mas acho que n o a ultima.


  7. Marcus Goncalves Marcus Goncalves says:

    The book is divided into several parts where the author describes, in the form of poetry, certain aspects of life in Portugal, the important people of that time, navigation, religion, etc To speak of poetry is very subjective, as each one can read it in the way that suits them at the moment I found this book very complex to read, the depth of his poetry is tremendous Amazing work, especially considering I m not so into poetry.


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